Viajantes Interplanetários

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quarta-feira, 9 de janeiro de 2013

SOBRE DEUS, A LIBERDADE, TODA GENTE E OS PARASÍTAS SEM FÉZES.


Deus. Uma mão estendida sobre o conjunto do qual não pode tirar de cima. Por isso não acaricia, não masturba, massagem nem pensar... Aos homens da à LIBERDADE, porém: “Comigo não contrairás a vontade Da Mão (de Deus) ela é maior que eu. Desce sobre tua cabeça e sem que possas fugir, te envia para o aprendiz de Deus (aquele anjo todo iluminado lá: o Lúciofér). Demônio, que recebe de bom grado as almas que o mestre lhe empurrou com estrépito”. Outros espíritos saíram desse alcance há muito e já tem tempo que transcenderam ao estágio de parasitas e agarraram o lombo dos espíritos fracos e sem Fé. Zes.


(Rildo de Deus in Uma Jaca Jacaiu Perto de Tu? lá no CASTANHA MECÂNICA)
   

sexta-feira, 25 de maio de 2012

Rildo de Deus no Castanha Mecânica



Quem será capaz de responder a interessante indagação de Rildo de Deus? Ora, a sonora pergunta do jovem poeta e estudante de filosofia pode até ser respondida monossilabicamente. Mas, convenhamos, antes ela nos põe para pensar na estranheza da pergunta. Uma estranhaleza, conforme cantou a Aguilar e a Banda Performática, eu diria. A poesia em prosa e a prosa poética de Rildo de Deus aqui presentes perguntam: Uma Jaca Jacaiu Perto de Tu?


CONFIRA O E-BOOK LÁ NO CASTANHA MECÂNICA.



POEMA PARA ÍCARO

Lembro-me daquele dia. Faz tempo. Antão do Egito tinha ido me visitar.
Contou-me da estória de Dédalo fugindo pelo ar.
Chico. O velho Chico recitava: CHUÁ-CHUÁ! 
Na fumaça do cachimbo
Sete vezes um barco pintava lá.

Terra seca, o sol a queimar
Gotas de cera pingavam do alto.
Caiam no rio como se o sol tivesse a chorar.
A água ficou azul cor de mar e
As telhas lá de casa começaram a estralar.

Caiam pedaços de cera, pena e papelão
E depois nunca mais nevou no sertão.
Logo menos era Ícaro caindo com a cabeça no chão.
Antão tinha água do Nilo.
Eu tirei água do cacimbão.
Jogamos na cara de Ícaro e começou-se a confusão.

Rildo de Deus
  

sábado, 21 de abril de 2012

RILDO DE DEUS


A caverna é cheia de olhos
Esbugalhados onde cabe o mundo.
Olhos devoradores de sangue
Guardados na amônia
Conservados ao definho.
Homens, salvem-se deses olhos
É necessário. São vários tem todo corpo
Os tenho dentro do peito
Chakares da ignorancia
Fechem-os. É necessário.
Eu não posso mais.
  

Poema de Uma Jaca Jacaiu Perto de Tu?, e-book do projeto CASTANHA MECÂNICA.