Viajantes Interplanetários

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quinta-feira, 6 de maio de 2010

É com orgulho que vos apresento um dos maiores expoentes poéticos da minha geração maldita: Wagner Mopho. Poeta de atitudes avessas, abusrdas e de palavras muitas vezes complexas e filosofais. Já realizamos vários recitais juntos – nas bodegas da cidade de Bezerros City. Ele é quem fala sobre o poeta D. Everson em meu livro Poemas do S(ó)l.
Eis aí uma pequena dose de sua poética, tão fácil de achar por aí quanto um pergaminho no mar morto.



O que lhe vai dentro do peito



Dai ao poeta todas as dores e venturas do mundo.
Grita-lhe ao pé do ouvido todos os amores e desamores da vida por consequência.
Joga-lhe na face todas as interpéries da existência sem omitir-lhe o gozo da felicidade.
Dá-lhe a pena e lhe mostra a lua,enfatizando o nada onde ela esta contida.
E quando ele te estender aquele pedaço de papel contendo nacos d'alma,verás que assim como o vazio do universo contém os segredos da criação,o peito do poeta fustigado pela visão subjetiva do mundo compreende bonanzas e tempestades mas sempre se apega ao vazio que é maior

Mopho

4 comentários:

  1. Este comentário foi removido pelo autor.

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  2. Que Poema Maaaaaais Lindo *-*
    (PS Caju: Nem é pra contabilizar o comentário, não participo do bingo esse mês, hahaha :P)
    Realmente Lindo! Passa toda palavra carregada de verdade e emoção.
    Tu é tão famoso aqui em Recife Mopho que nem sabe, esse teu amigo Daniel vive a te comentar :D
    Libera mais poemas aqui pro blog!

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  3. Digo o mesmo que Ly: "Esse teu amigo Daniel vive a te comentar".

    PS: A promoção é coisa da cabeça de Daniel, ele que é o contador de comentários!

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  4. Incomensuravelmente belo!

    Beijo,
    Ane

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