Não escrevo pela graça de ser poeta!
Pela graça da palavra rimada ou pelo
Suspiro da rapariga apaixonada,
Muito menos pelo cálice no recital.
Escrevo pela dor!
Pela necessidade de estar vivo!
Pela necessidade de não ser inútil.
D.Everson
07.02.2007
Andrade, D.Everson da Silva. Poemas do S(Ó)L. OLinda: Livro Rápido, 2009.
Essa vai para todos meus amigos panfleteiros.
ResponderExcluirVerbo rasgado!
ResponderExcluirEscrever não é apenas um ofício é um vício por estar vivo. Não é um ato é um sentimento.
ResponderExcluirPedro Manoel
Escreva com a alma
ResponderExcluirEntregue o que ela transborda
Essa é a medida!