Viajantes Interplanetários

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quarta-feira, 2 de maio de 2012

PSICOPOETA

Não mimo o verso, sou poetassassino.
Degolo o que parece alexandrino.

Amputo o soneto, mato em haicai,
torturo o verso-livre mais e mais;
as penas que tive, as dissemino

e espero que tenhas todas iguais.
Que é para ver se teu sangue me lava,
levando essa dor em tripa e palavra.






diretamente da periferiadomundo

5 comentários:

  1. Este comentário foi removido pelo autor.

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  2. Não se entrose
    Circule livremente
    Sua psicose.

    Matar o verso
    Transformar a rima
    Rimar inverso.

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  3. uma verdadeira brutalidade poética hahahahaha

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