Viajantes Interplanetários

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quinta-feira, 23 de agosto de 2012

MilkShake Literário #6 Sessão Extra


“- Não admito censura nem de Jesus Cristo.


Os textos sobre Nelson hoje pipocaram aos quatro ventos na mídia! Afinal, não é todo dia que um centenário é comemorado, mesmo que in memoriam.  O autor se foi, mas o legado ficou! Deixou-nos suas obras, que se tornaram clássicos, e como tais, sobrepõem-se ao tempo que mal se deixa sentir. Polêmico e atual são adjetivos que perfeitamente se encaixam com o autor. Falou e escreveu o que teve vontade sem se importar como a crítica ou público poderia reagir, com palavras que ainda podem retratar o Brasil do século XXI.
Como o site do Autor destaca,
"Apesar de o seu reconhecimento ser principalmente na área teatral, o grande volume da obra de Nelson Rodrigues está na literatura de prosa - nas crônicas, contos e folhetins que ele escreveu diariamente por cerca de 40 anos para os jornais "A Última Hora" e "O Globo"."*

Confiram a lista:

               Romances
  • Meu destino é pecar - 1944
  • Escravas do amor - 1944
  • Minha vida - 1944
  • Núpcias de fogo - 1948
  • A mulher que amou demais - 1949
  • O homem proibido - 1959
  • A mentira - 1953
  • Asfalto selvagem - 1959
  • O Casamento – 1966
  • Engraçadinha v. 1 e 2 – 1980


Contos e crônicas
  • A vida como ela é... (1961)
  • O Óbvio Ululante. 1968. 
  • A Cabra Vadia. 1970.
  • A Sombra das Chuteiras Imortais. 1993. 
  • A Coroa de Orquídeas e outros contos de A vida como ela é.... 1993.
  • A Pátria em Chuteiras. 1994.
  • O Remador de Ben-Hur. 1996



               Memórias

       ·         Memórias. Rio de Janeiro, Edições Correio da Manhã, 1967. 
       ·         O Reacionário. 1977. 
       ·         Crônicas do autor sobre política e sociedade brasileira, publicadas nos maiores jornais    do Rio de Janeiro. 1977.
       ·         A Menina sem Estrela. 1993. 





"A partir do momento em que uma imagem aparece e desaparece, ela perde para a linguagem escrita que perdura. Esse é um aspecto fundamental do problema, que deveria colaborar para tornar os dois gêneros coexistentes. Fazendo um jogo de palavras, diria que a leitura é sobretudo a releitura. Reli muitas vezes “Crime e Castigo”, “Os irmãos Karamazov”, “Ana Karerina”, Machado de Assis, porque apenas a leitura não basta. É preciso a reeleitura, para que haja uma relação mais profunda entre o leitor e o que ele lê. Com a televisão, com a imagem, isso não é possível. A leitura é mais inteligente, porque estabelece não só uma relação mais profunda, como também uma intimidade maior entre o leitor e o livro. O texto literário continuará existindo daqui a 1200 anos. Ele não morre, porque se ele morrer o mundo começará a morrer junto."
[11 out. 2011]
Prontos para as leituras de Nelson?

Mahalo :*
@LyCintra

Fontes Consultadas:








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