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quarta-feira, 25 de setembro de 2013

Janela Internacional de Cinema 2013


Clássicos no Cine São Luiz

O Cine São Luiz recebe, de 11 a 20 de outubro 2013, o Janela Internacional de Cinema do Recife. Em sua sexta edição, a curadoria traz 11 clássicos de cinemas projetados em DCP (Digital Cinema Package). Brian De Palma, Fritz Lang, Sergio Leone, Roman Polanski, David Cronenberg, Bernardo Bertolucci, Monty Python são uns dos destaques da seção Clássicos do Janela, que marca o quarto ano em 2013.
Na seleção, O Bebê de Rosemary (Roman Polanski, ele faz 80 anos esse ano), A Mosca (David Cronenberg), Os Embalos de Sábado à Noite (John Badham), Um Tiro na Noite (Brian de Palma), o clássico western Era uma Vez no Oeste (Sergio Leone), o filme punk O Sentido da Vida - Monty Python (Terry Jones) e o controvertidos Faça a Coisa Certa (Spike Lee) e o vencedor da Palma de Ouro no Festival de Cannes de 1968 Se…. (If, de Lindsay Anderson), primeiro filme do ator Malcolm McDowell (Laranja Mecânica - que teve sessão no Janela de 2011).
A Lira do Delirio, de Walter Lima Jr, representa uma visita às lembranças de um carnaval, no Rio de Janeiro dos anos 70, belo filme brasileiro. Ainda fazem parte do festival duas sessões muito especiais de Metrópolis, clássico de 1927 de Fritz Lang e de O Último Imperador (Bernardo Bertolucci), na versão restaurada exibida no último Festival de Cannes, uma experiência em 3D.

A sessão de O Último Imperador terá a presença do roteirista britânico Mark Peploe, roteirista de O Passageiro, de Michelangelo Antonioni, e vencedor, junto com Bernardo Bertolucci, do Oscar de 1988 de melhor roteiro adaptado por esse filme. Mark chega ao Recife pela primeira vez e irá compor o júri do Janela 2013.

Metrópolis será exibido na tela do São Luiz em cópia restaurada e com música ao vivo, acompanhado pelo trio argentino Mudos por el Celulóide. Liderado pelo pianista Marcelo Katz, o grupo tem uma ampla experiência em apresentações musicais simultâneas à exibição de filmes mudos. O violinista Demian Luaces e a multi-instrumentista Eliana Liuni completam a formação.
Diante das recorrentes manifestações no Brasil, o curador do festival, Kleber Mendonça Filho explica que os filmes reinterpretam livremente a palavra. "Vão do realismo social e político, à ficção científica, o humor e o mais puro terror do sobrenatural. O cinema manifesta-se das mais diferentes maneiras, num movimento pessoal artístico e político continuo”.
Quem assina a identidade visual da sexta edição é a designer Clara Moreira. Através de uma imagem do filme Metropolis, segundo a co-diretora e produtora do festival, Emilie Lesclaux, ela buscou traduzir a força do cinema como manifestação política e artística. “Encontramos essa foto pesquisando materiais para o Metrópolis e não foi muito difícil ver que seria a imagem perfeita para o cartaz esse ano”.
Fonte: Folha-PE

Um comentário:

  1. Limerique

    Antigamente não havia dilema
    Diversão quase sempre unitema
    Consultava-se jornal
    Nossa Web, afinal
    Incontinenti partia-se ao cinema.

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