Viajantes Interplanetários

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segunda-feira, 9 de maio de 2011

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Por: Célio limA.

Os privilégios do homem excepcional. "[...] é permitido a todo indivíduo que tenha consciência da verdade regularizar sua vida como bem entender, de acordo com os novos princípios. Neste sentido, tudo é permitido [...] Como Deus e a imortalidade não existem, é permitido ao homem novo tornar-se um homem-deus, seja ele o único no mundo a viver assim." (- F. Dostoiévski -- O diálogo com o demônio (in Irmãos Karamazov)
)“Já ouviu falar daquele louco que acendeu uma lanterna numa manhã clara, correu para a praça do mercado e pôs-se a gritar incessantemente: “Eu procuro Deus! Eu procuro Deus!". Como muito dos que não acreditam em Deus estivessem justamente por ali naquele instante, ele provocou muita risadas... “Onde está Deus!”, ele gritava. “Eu devo dizer-lhes: nós o matamos – você e eu. Todos somos assassinos... Deus está morto. Deus continua morto. E nós o matamos...” (Friedrich Nietzsche – Gaia ciência. )


- (Friedrich
Um dia desses conversando com uma turma do curso de filosofia. Eu fora abordado por um estudante sobre a minha opinião em relação à “liberação das armas”. Na hora eu não tivera opinião formada para opinar sim ou não sobre o desarmamento. Lembro que nessa mesma semana em um dos grupos de estudos do qual eu participo. Eu recebi de um amigo uma resposta satisfatória sobre como o porte de armas não nos trás a devida segurança.
Outra coisa que quero falar é sobre os direitos humanos... Quem entender um pouco de lei. Tire-me uma duvida. Certo dia eu assistir em um telejornal. Um catador de lixo perguntando: “Para quem quer trabalhar. Os direitos humanos servem de que?”. Servem para quem esses Direitos Humanos no Brasil. Cito isso em relação aos cidadãos que tiveram as suas barracas derrubadas. Tanto nas capitais ou nas cidades dos interiores brasileiro. Sei que muita das vezes os chamados por: pai de família. Não são reposto em outros lugares para poderem levar o pão de cada dia para s sua sagrada família puderem se alimentar com a decência do suor dos seus rostos.  Às vezes eu penso que no país Brasil. O chamado “Direitos Humanos” só serve para darem o “Habeas Corpos” aos criminosos. Os quais muitas das vezes são quem bancam até as faculdades dos seus advogados.  (sem nomes). Mas isso é uma realidade em pleno século XXI. Nesse Brasil caboclo de pai Silva e de mãe Dilma.
Sobre o desarmamento. Como filosofo a ética entre o individuo e a sociedade é uma grande preocupação para a minha singular pessoa. No mesmo tom sou defensor da liberdade para qualquer um dos entes que consigam responder pelas conseqüências das suas ações. E como ser libertário que sei que sou. Sou um defensor da legalização de todas as drogas. Mas também do rigor penal para o delito cometido pelo uso dais tais substancias. Sem hipocrisia nenhuma sou a favor do casamento civil e religioso para as pessoas do mesmo sexo (vitoria esta conquistada recentemente por eles, esses dias). E também da adoção por eles. Isso tendo um acompanhamento psicológico que os indiquem como seres capazes de assumirem tal responsabilidade. E ao mesmo tempo sou contra a passeata gay, a marcha da maconha e todas essas viadagens  ou banalidades. Pois como diria o reverendo Marcelo Nova: “O Oscar Wilde era gay e era um gênio, o que não pode é neguinho por aí achar que ser gay é ser gênio”.
Sou a favor de o cidadão lutar pelo direito de se ter sua arma como hobby. Eu por exemplo que nunca dei um tiro se quer com uma arma de fogo. Gostaria de possuir uma coleção de metralhadoras, ou de praticar tiro ao alvo. O problema é que não sei se tenho tal responsabilidade ou se num dia de fúria ou de maldito estresse o que eu poderia enfim vir a fazer.
Quero esclarecer para os defensores do armamento que a idéia de estando armado se estar seguro, ou que estando de posse de uma arma você estar pronto para se defender. Isso são engano e uma falácia pregada pela indústria armamenticia. Irei dar exemplos:  O ladrão ou algum inimigo. Não ira lhe abordar com decência. “Bom dia, senhor cidadão. Posso lhe assaltar”. “Olá meu rei, me dá dez minutos da tua atenção, pois nos próximos vinte minutos. Eu vou meter uma bala no teu peito, ou até quem sabe na tua cabeça. Alguma preferência, irmão”. Vocês conseguem imaginar tal cena como seria idiota. O que eu quero dizer é que na realidade tal inimigo ou ladrãozinho. Vão é lhe pegar desprevenido, ou até em um susto que mesmo você estando armado. Você não conseguiria na maioria das vezes esboçar alguma reação (toda regra tem suas exceções isto é claro) se quer.
O desarmamento que eu posso vir a ser a favor. O é diferente da falácia pregada por nossos governantes ou pela nossa imprensa (vermelha ou preta ou branca, tanto faz). Pois o trafico, os corruptos nas corporações. Vão vender armas com ou não esse “desarmamento” ILUSORIO. Pra falar a verdade temos até leis demais. O que falta é apenas o cumprimento delas. Célio limA.


"Ah! Donde eston a Los estudiantes? Os rapazes latinos -americanos? Os aventureiros? os anarquistas? os artistas? Os sem destino? os rebeldes experimentadores? Os benditos? malditos? os renegados? os sonhadores? Esperávamos os alquimistas, e lá vem os arrivistas os consumistas, os mercadores minas, homens não ha mais? Entre o céu e a terra não ha mais nada que sex, drugs androck 'n' roll? Por que ao deus as armas, Ahhh! não perguntes por quem os sinos dobram eles dobram por ti .Ora, senhoras, ora senhores uma boa noite lustrada de néon pra vocês o último a sair apague a luz do aeroporto e, ainda que mal me pergunte. A saída será mesmo o aeroporto?” (ANTONIO CARLOS BELCHIOR)

FILOSOFANDO À TOA.
OBS: Célio limA. É filosofo por natureza; anarquista por tesão e poeta por diversão. Membro fundador dos movimentos literanarkos: a Sociedade dos Filhos da Pátria; A Liga Espartakista-Sempre Mais!!!. Atua nos Blogs:http://salveopoetasalve.blogspot.com ;http://sexopoemaserocknroll.blogspot.com/ ;http://poetasdemarte.blogspot.com/ .
Atualmente cursa: FILOSOFIA-UFPE.

4 comentários:

  1. Wagner Mopho(VIA-FACEBOOK)
    Concordo que o homem possa fazer o que quiser, desde que seus atos e as conseqüências de seus atos não incidam sobre os outros.Manter uma arma como alternativa de defesa não é, e jamais será, em sociedade alguma a melhor alternativa contra a violência.O pacto social ainda vigora, uma vez que o homem (ainda) viva em sociedade,sendo assim, é dever do Estado prover a paz social, se este é incompetente é dever do povo exigir as mudanças necessárias. Permitir que o cidadão tenha a possibilidade de punir seu algoz ( ou mesmo apenas ameaça-lo), em uma sociedade cujo as mazelas sociais ainda não foram vencidas, irá gerar um sistema cíclico onde a médio prazo, nem as forças repressoras do Estado, nem o desejo ainda perene do cidadão por menos violência, poderão mais frear a degeneração social que seguirá.

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  2. Também não acredito que uma arma possa nos proteger, Célio, principalmente a gente que mora na cidade e pode chamar o 190 talvez não precise mesmo de uma. Entretanto, Flávia, por exemplo, que mora num sítio, há de ser preciso uma arma para sua defesa. Ela que já viveu em Israel, via cidadãos carregando armas como bolsas e nem por isso saiam matando inocentes. A violência por lá é outra. Não sou a favor da legalização das drogas, mas da discriminalização dos usuários delas. Traficantes presos, usuários sendo tratados quando preciso. Um abração.
    (ENI MARTIN-via facebook)

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  3. https://www.facebook.com/FILOSOFANDO-%C3%80-TOA-por-C%C3%A9lio-Lima-1508243292831542/

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  4. https://www.facebook.com/FILOSOFANDO-%C3%80-TOA-por-C%C3%A9lio-Lima-1508243292831542/

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