Viajantes Interplanetários

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sábado, 30 de junho de 2012

Jefferson Bessa no Castanha Mecânica



“A poesia de Jefferson Bessa é difícil e bela como a existência, ou a sobrevivência, o viver entre as paredes descascadas do próprio quarto feito prisão, ou no mar que nada tem a dizer (pois é urbano)”, as palavras de Rogel Samuel para o e-book Nos Úmidos Planos das Mãos de Bessa dão um indicativo do que um leitor exigente pode esperar. Desde de 2009 o autor vem divulgando seu trabalho no blog: http://jeffersonbessa.blogspot.com.br/.

CONFIRA O E-BOOK LÁ NO CASTANHA MECÂNICA.


CHUVA

Quando em verso digo chuva
Fala-se da única
Ao largo de outras chuvas

Faz-se ela não de água
Mas de som chiado
Na enxurrada de agora
De chuva que é voz

Porque já não a faço dizer
Com (funde-se) ao verso
Então comigo murmura:
Chuva


(Jefferson Bessa)

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